Com o horizonte definido até a Copa do Mundo de 2030, Carlo Ancelotti não busca apenas o hexacampeonato mundial, mas também a consolidação de seu nome entre os principais técnicos que já sentaram no banco da seleção brasileira. Se cumprir o ciclo completo, o italiano terá marcas que poucos brasileiros alcançaram. LONGEVIDADE: O TOP 3 ININTERRUPTO Caso Ancelotti permaneça no cargo até a final do Mundial de 2030 (previsto para 21 de julho), ele somará 1.896 dias de trabalho contínuo. Esse número o colocaria como o terceiro técnico com maior tempo ininterrupto na seleção, superado apenas por Tite e Flávio Costa, comandantes da equipe por mais de seis anos. Após lesão de Tadeu, Goiás estuda contratação de novo goleiro DESAFIO DOS JOGOS Embora a longevidade no calendário seja promissora, avançar no ranking de partidas pela seleção exige uma agenda cheia e sucesso em competições para Ancelotti, que soma apenas dez jogos pelo time pentacampeão mundial. Os históricos Mário Jorge Lobo Zagallo e Carlos Alberto Parreira estiveram à frente do time brasileiro em mais de 100 apresentações e lideram a lista.