A Federação Internacional de Motociclismo (FIM) divulgou, nesta terça-feira (24), um comunicado em que explica os dois principais problemas da pista do autódromo de Goiânia durante a MotoGP - buraco na reta e pedaços soltos de asfalto - e que "serão corrigidos antes do retorno da MotoGP na próxima temporada". A FIM justificou o buraco que se abriu na reta principal do autódromo, no sábado (21), com o "colapso de um antigo sistema de esgoto não documentado sob a superfície". Segundo a entidade, "o problema felizmente estava fora da linha de corrida". A FIM comemorou a solução imediata do buraco e a retomada da programação naquele dia. Já no domingo (22), a FIM justificou o problema de pedaços soltos do asfalto com a alta temperatura do circuito e as atividades de pista. "A degradação localizada do asfalto causada pelo calor intenso e pela intensa atividade na pista tornou-se aparente após o término do Grande Prêmio de Moto2", comunicou, referindo-se à corrida anterior à principal.