Experiente quando o assunto é acesso para a Série A, já que tem cinco conquistados, o técnico Guto Ferreira, do Vila Nova, afirma que as equipes que correm na frente ao início da Série B criam um “desgaste gigante” na briga por uma vaga na elite, e que o mais importante é disputar no bloco de cima da tabela. Em entrevista exclusiva ao POPULAR, o treinador do Vila Nova avaliou a própria carreira, que considera como vencedora, revelou que faz terapia e que “não pode endoidar” ao gerir um grupo de futebol. Confira os principais trechos da conversa com a reportagem Você conquistou cinco acessos para a Série A, com Ponte Preta (2014), Bahia (2016), Internacional (2017), Sport (2019) e Remo (2025). Qual foi o mais difícil? Por quê? Na realidade, tem um (acesso) também da Série D pra C com o Mogi Mirim, foi o meu primeiro. Em 2012, um pouco antes de eu dirigir a Ponte na Série A. Olha, sinceramente, é igual filho. Não tem aquele que você gosta mais. Cada um tem uma emoção muito ligada à cultura local e a identificação com aquela torcida. São acessos e momentos muito legais e positivos, que guardo na lembrança da melhor maneira possível, com um carinho especial por cada um deles.