Oscar Schmidt foi uma das figuras mais carismáticas, vencedoras e que se tornou um símbolo de obstinação por aquilo que conseguiu fazer no basquete. Ídolo, lembrado por conquistas históricas pela seleção brasileira - medalhas de bronze no Mundial das Filipinas (1977), ouro contra os Estados Unidos no Pan de 1987, presença seguida em cinco Olimpíadas, campeão pelo Sírio no Mundial de Clubes (1979) - e uma série de marcas pessoais como atleta. Coincidentemente, Oscar teve o início da carreira próximo a Goiânia, jogando contra alguns atletas que têm história em Goiás. Todos eles lembra títulos, números e façanhas de um atleta excepcional que virou referência no País e no exterior. Os primeiros arremessos do Mão Santa foram no Clube da Vizinhança, em Brasília, a partir de 1971, antes de se transferir para São Paulo. O legado e o respeito que ganhou dentro e fora das quadras foram lembrados por personalidades goianas do basquete. César Sebba, ex-jogador e ex-dirigente, ficou assustado com a notícia. Sabia da internação de Oscar, mas não tinha conhecimento da morte do velho companheiro de quadra.