O retorno da MotoGP para Goiânia foi aprovado, mas com ressalvas, por quase todos os pilotos que falaram sobre a etapa disputada neste domingo (22) no Autódromo Internacional Ayrton Senna, a 2ª do Mundial de Motovelocidade. O local recebeu reclamações e pedidos de atenção para os próximos anos - o contrato de Goiânia com a organizadora da categoria é de cinco anos. A principal queixa é sobre a condição da pista do circuito, que apresentou alguns buracos e pedaços soltos do piso atingiram os pilotos durante o GP do Brasil. Os pilotos da MotoGP foram quase unânimes sobre a condição da pista. Durante a prova, que foi encurtada em cerca de um quarto da duração sob justificativa de “degradação na pista” - de 31 para 23 voltas -, alguns pedaços do asfalto soltaram a cada volta. Como a corrida teve alguns pelotões próximos, os pilotos de trás eram atingidos por algum pedaço do asfalto.