Pais e mães de atletas e treinadores envolvidos com a natação goiana há décadas nutrem esperança de que o Parque Aquático no Centro de Goiânia volte a ter a importância que apresentou entre os anos 1980 e 2010. Existe o consenso de que o esporte mostra resiliência, revela nadadores e consegue representar Goiás Brasil afora mesmo sem ter um local público que possa ser utilizado para competições na cidade. Atualmente, Goiânia não possui sequer piscinas públicas de 25 metros que poderiam ser utilizadas para competições oficiais. Os torneios de natação na cidade são realizados em espaços da iniciativa privada, que exigem aluguel. “Esse é o grande lance. Depois de tantos anos, isso não faz com que nossa natação seja menor. Isso é admirável. É uma resiliência, o suprassumo do esporte. Existem vários atletas em Goiás, não só na minha equipe, que são destaques pelos históricos nacionais. Eu tenho inúmeros atletas que bateram recordes do Bruno Bonfim e do Carlos Jayme, que são os atletas olímpicos do nosso Estado, sem usar aquela piscina (de 50 metros do Parque Aquático). Com ela seria melhor? Sem dúvida nenhuma, mas não é isso que faz nossa natação ser maior ou menor”, desabafou o técnico Pedro Durães, que lidera atividades na Swimmers.