Faltando 74 dias para o início da Copa do Mundo, torcedores brasileiros juntam suas economias e se preparam para embarcar rumo à América do Norte para acompanhar de perto as partidas da seleção brasileira, na expectativa de ver in loco o fim de um jejum de 24 anos. Os preços elevados dos ingressos para acompanhar as partidas não desanimam os aficionados, esperançosos na conquista do hexa, com ou sem a presença de Neymar. Além do privilégio de presenciar a nata do futebol mundial em ação, eles dizem que também são atraídos pela atmosfera incomum que costuma marcar a competição, com festas e confraternização entre as torcidas, e pela oportunidade de fazer uma viagem internacional e conhecer novos lugares e pessoas. O empresário Raphael Ravagnani, 39, natural de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, conta que as primeiras lembranças que tem a respeito das Copas do Mundo são do torneio de 1994, nos Estados Unidos, quando se encantou pelo evento acompanhando as partidas pela TV.