O caso envolvendo a acusação de racismo no jogo entre Vila Nova e Operário-PR segue sob investigação e está a cargo da delegada adjunta Laura de Castro Teixeira, da Delegacia Estadual de Atendimento às Vítimas de Crimes Raciais e de Intolerância (Deacri), da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO). Segundo ela, testemunhas confirmaram que um dos dois suspeitos chamou o atacante Berto, do time paranaense, de “macaco”. De acordo com Laura de Castro, a polícia identificou dois suspeitos. Um deles, o ex-presidente colorado Geso de Oliveira, teria feito um gesto racista em direção a Berto. Ele se apresentou à delegacia e foi preso em flagrante, mas liberado e agora responde em liberdade. Ele negou a acusação em nota enviada à imprensa nos últimos dias. O outro suspeito, que já foi identificado pela polícia e intimado a comparecer à delegacia, mas não se apresentou, teria chamado Berto de “macaco”.