(Divulgação: Rota Verde Goiás) Nas estradas que conectam Goiânia a Rio Verde e Itumbiara, o tempo de cada viagem começa a valer mais. O pedágio eletrônico por pórtico, que funciona sem cancelas, sem filas e sem parada obrigatória, chega às BRs 060 e 452 com uma promessa: fazer o corredor logístico do agronegócio goiano funcionar com a mesma eficiência exigida pela safra. Funciona da seguinte forma: a tecnologia identifica o veículo pela leitura automática da placa através de câmeras OCR ou pela TAG veicular, registra a passagem e segue. O motorista não precisa reduzir a velocidade, trocar de faixa ou esperar. O trecho simplesmente flui. O corredor atendido pelo sistema concentra um dos fluxos mais intensos de escoamento de grãos do Centro-Oeste. Soja, milho, insumos e cargas de alto valor percorrem esse eixo diariamente, ligando regiões de grande atividade agrícola às rotas de distribuição nacional. Para transportadores e produtores do sudoeste goiano, onde a produção em larga escala exige regularidade e ganho de escala, cada minuto parado numa praça de pedágio é um custo que se acumula ao longo das viagens, das semanas da safra inteira.