(Divulgação: Flamboyant Urbanismo) Cansaço constante, dificuldade para dormir, irritação sem motivo aparente e até dores físicas inexplicáveis: para muita gente, viver assim já parece normal. Mas não é. Em meio ao ritmo acelerado e rotinas exaustivas, estar estressado já passou a ser uma condição contínua e ignorada por grande parte da população; entretanto, pode ter efeitos prejudiciais à saúde. Segundo o Ministério da Saúde, em estágios de exaustão, o estresse pode desencadear úlceras gástricas, hipertensão arterial, problemas de pele prolongados, batimentos cardíacos acelerados, formigamentos nas extremidades, síndrome de burnout, ansiedade, depressão, entre inúmeros outros sintomas e doenças crônicas. Além dos tratamentos psicoterápicos, o corpo precisa de pausas reais para conseguir se recuperar, o que vai muito além de apenas “parar”. Atividades de lazer, contato com a natureza, exercícios físicos, alimentação saudável e momentos de convivência ajudam a diminuir os níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse, e são recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde como formas de prevenção e controle dos sintomas de estresse.