As crises de sinusite costumam chegar junto com a estiagem para a gestora de marketing Alessandra Gomes, de 40 anos. Nesta época do ano, de baixa umidade do ar em Goiás, ela convive com dificuldades para respirar, sangramentos nasais, piora do sono e queda no rendimento durante os treinos. Há poucas semanas, uma crise mais intensa obrigou a interromper as atividades físicas e reduzir o ritmo de trabalho. “Tive muita dificuldade para respirar, para dormir e até para me alimentar”, relata. Para amenizar os efeitos do clima seco, Alessandra adotou uma série de estratégias no dia a dia. Passou a carregar garrafas de água no carro, no trabalho e ao lado da cama, aumentou o consumo de frutas ricas em água, espalhou recipientes com água pela casa e intensificou os cuidados com a pele. Ela também evita praticar exercícios nos horários mais quentes do dia. “Como o tempo seco tem um efeito muito forte no meu corpo, eu realmente me preocupo em aumentar a hidratação e tomar mais cuidados nesta época”, afirma.