As seleções da Espanha e da Argentina entram em campo no domingo, 19, em Nova Jersey, para decidir quem fica com a taça da Copa do Mundo de 2026. Fora dos gramados, a disputa ganha outros ingredientes. De um lado está uma culinária marcada pelos sabores do Mediterrâneo e por receitas preservadas ao longo dos séculos. Do outro, uma cozinha moldada pela força da parrilla, pela imigração europeia e por pratos que se tornaram símbolos da identidade nacional. Se a final fosse disputada na cozinha, o equilíbrio seria parecido com o que acontece em campo. A Espanha aposta na paella valenciana, na tortilla de patatas e no jamón ibérico, herança de uma culinária construída sobre azeite, açafrão e técnicas tradicionais de preparo. Já a Argentina contra ataca com o asado, símbolo de um País que transformou o churrasco em ritual de encontro, a empanada, presente em quase todas as regiões do território. Para colocar as duas cozinhas frente a frente, O POPULAR conversou com dois chefs que mantêm vivas as tradições gastronômicas dos dois países em Goiânia. Cada um preparou um prato que ajuda a contar a história gastronômica de seu país.