No verde que se ergue entre colunas e janelas, o Palácio das Esmeraldas sussurra a história de Goiânia. Suas paredes refletem não apenas a luz do Cerrado, mas também as vozes de governantes, arquitetos, artistas e da própria cidade que nasceu ao seu redor. Adentrar o espaço é o mesmo que viajar no tempo. Personificado em texto teatral, adornado por vitrais que contam a saga da região, o palácio é mais que sede do poder: é símbolo de identidade de um Brasil Central que teima em crescer. Em comemoração ao centenário do art déco no mundo, o POPULAR dá continuidade à série especial sobre as influências do movimento arquitetônico em Goiânia. Projetada nos anos 1930, a cidade incorporou o estilo em suas construções públicas e privadas, tornando-se uma das cidades brasileiras com maior número de obras nessa linguagem.