Clássicos como The Robots (1978), da banda alemã Kraftwerk, e A Pele do Diabo com o Dono do Céu (1979), de Zé Ramalho, são algumas das joias raras que a DJ Yasmim Lauck guarda em sua coleção de vinis. “Os discos possuem uma entrega sonora belíssima e bem definida”, conta a artista, que é de uma geração que tem cada vez mais revisitado os LPs. O formato dos discos sumiu das prateleiras a partir dos anos 2000, mas voltou a dar sinal de vida com novas tiragens, relançamentos, projetos musicais e feiras. Um dos exemplos é a 1ª edição da Vinillândia 2025, que toma conta do pátio do Centro Cultural Martim Cererê neste sábado (5), a partir das 14 horas. “Meu pai é músico e sempre foi viciado em ouvir todo tipo de mídia, ele me introduziu a ideia quando ainda era criança”, adianta Yasmim, que integra o line-up da feira. Durante toda a tarde e início da noite, DJs como Wendel La Vinil, Lethal Breaks (de Brasília), e Mauricio Mota promovem discotecagens especiais com vinis.