Em Goiás, combater o calor virou sinônimo de preservação da saúde e do rendimento no trabalho. Para garantir o bem-estar da equipe e dos clientes, o empresário Raphael Alvarihão Rodrigues, de 47 anos, acaba de modernizar todo o sistema de climatização de seu coworking no Setor Sul. “Acredito que a produtividade aumenta com temperaturas agradáveis ajudando a manter o foco e a redução da fadiga mental”, explica. A atenção com o bem-estar também se estende à sua rotina pessoal, onde ele reforçou a hidratação e o uso de umidificadores. A preocupação é legítima frente aos prognósticos climáticos nada animadores para este segundo semestre de 2026. Sob o impacto de um El Niño forte e temperaturas acima da média com previsão de ondas de calor, médicos e especialistas advertem que, além da desidratação, o calor excessivo esperado para os próximos meses pode sobrecarregar o sistema cardiovascular, aumentando os riscos para a saúde da população em geral. Goiânia registrou na semana passada a maior temperatura em 89 anos.