Pequi, veredas e ipês floridos inspiram a identidade visual e fazem parte da curadoria da oitava edição da Feira de Arte Goiás (Fargo). Realizada a partir desta quarta-feira (13), no Centro Cultural Oscar Niemeyer, a feira toma o bioma Cerrado como ponto de partida para discutir território, memória e projeção da arte produzida em Goiás. A principal novidade desta edição é a expansão física do evento. Além do salão principal, o foyer e as áreas externas do Museu de Arte Contemporânea (MAC) passam a receber os estandes da feira, que salta de 30 expositores para 50 nesta edição. A Fargo promete reunir mais de 1,5 mil obras durante os cinco dias de programação. A expectativa da organização é que 30 mil pessoas circulem pelos espaços até o encerramento, no domingo. Para dar conta do aumento de público, a organização apostou em um projeto expográfico voltado à circulação e à experiência do visitante. “O planejamento foi feito com uma equipe de arquitetura e expografia para garantir que o fluxo de pessoas seja contínuo, sem gargalos”, afirma o curador Sandro Tôrres, que assina a seleção desta edição ao lado dos outros membros da comissão do Prêmio Estímulo, Paulo Henrique Silva e Cinara Barbosa.