Qual o rosto mais assustador do cinema? O sorriso congelado de um palhaço, a expressão fria de um psicopata ou aquela máscara branca, de boca escancarada em um grito eterno. Há 30 anos, quando o primeiro filme chegou às telonas, Pânico transformou o terror adolescente em fenômeno mundial sem perder o fôlego. Ghostface está de volta no sétimo capítulo da franquia, que entra em pré-estreia nesta quarta-feira (25), nas salas de Goiânia e Aparecida. Mais do que sustos, Pânico reinventou o slasher ao brincar com as próprias regras de um dos gêneros mais amados pelo público, e fez do Ghostface um dos ícones mais reconhecíveis da cultura pop. Entre telefonemas ameaçadores, perseguições e reviravoltas, o assassino mascarado construiu uma identidade própria: violenta, sarcástica e metalinguística. Juntando o faturamento dos seis filmes, dá quase um bilhão de dólares, num orçamento que não soma nem 200 milhões.