Um dos projetos culturais mais ambiciosos de Goiânia, a Casa de Vidro Antônio Poteiro ainda não conseguiu cumprir a função para a qual foi criada. Inaugurado em 2020 após mais de uma década de obras, o prédio permanece sem funcionamento regular e passa, atualmente, por intervenções e pela implantação do Memorial Iris Rezende. Nas últimas semanas, o equipamento foi tombado como patrimônio cultural pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de Goiânia. Passados pouco mais de cinco anos da inauguração, o local segue sem operação contínua. A pergunta que ecoa entre artistas, produtores e frequentadores da cena cultural é direta: por que um bem público, situado em área nobre do Jardim Goiás e concebido como polo de difusão artística, ainda não está acessível de forma permanente à população?