Espreme, aperta, perfura com a agulha, extrai, drena, aplica ácido e volta a espremer. O que para muitos soa como uma pequena sessão de tortura virou rotina no universo do cuidado com a pele. Consolidada nas clínicas e centros de estética, a limpeza de pele segue entre os procedimentos mais procurados por quem busca uma pele limpa, bonita e saudável. Mas a frequência ideal, e até mesmo a necessidade real do procedimento, são temas longe de ser consenso entre os especialistas. A polêmica volta à tona com a recente declaração da atriz Bruna Marquezine à Vogue Brasil. “Sou viciada em limpeza de pele. Faço de 15 em 15 dias”, admitiu ela. Nem todo mundo, porém, segue o mesmo ritmo. A gerente de comunidades Thaíssa Schifino, de 32 anos, faz limpeza de pele a cada dois meses ou quando a pele pede. “Sempre sigo as indicações da profissional que me acompanha”, diz ela, que usa o intervalo entre as sessões para controlar oleosidade e acne com produtos dermocompatíveis e higienização diária. Com o tempo, a regularidade trouxe bons resultados. “Minha pele ficou mais equilibrada, com menos episódios de acne, e isso trouxe uma sensação de controle e segurança”, conta.