Entre casas que preservam histórias regionais, antigos prédios públicos e edifícios que atravessaram diferentes momentos da formação de Goiás, os museus históricos ajudam a recontar o Estado a partir de seus objetos, documentos e espaços. Em um giro por essas instituições, o POPULAR encontrou lugares que mantêm viva a relação entre patrimônio, história e comunidade, mas que também lidam com os desafios de conservar estruturas centenárias e aproximá-las de novos públicos. A cidade de Goiás, que completa 300 anos em 2027, concentra alguns dos mais importantes exemplares desse patrimônio. Primeira capital do Estado, a antiga Vila Boa reúne o Palácio Conde dos Arcos, o Museu das Bandeiras, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte e o Museu Judiciário, instituições que ocupam prédios históricos e transformam a própria arquitetura em parte da experiência de visitação. Em outros pontos do Estado, a história aparece em formatos diferentes, como na antiga residência de Pedro Ludovico, em Goiânia, ou no Museu Ferroviário de Pires do Rio.