Poucas franquias de videogame chegam ao cinema carregando uma torcida tão apaixonada quanto Resident Evil. Cada nova adaptação enfrenta o desafio de conquistar o público que conhece os corredores de Raccoon City, os monstros da Umbrella e personagens como Leon Kennedy, Claire Redfield, Jill Valentine e Chris Redfield. A partir desta quinta-feira (17), um novo longa retorna às salas de cinema em uma produção que tenta equilibrar essa memória afetiva com uma história inédita. A proposta é transportar para as telonas não a trama de um jogo específico, mas a sensação de estar dentro dele. Criado pela Capcom em 1996, Resident Evil ajudou a popularizar o chamado “survival horror”, gênero marcado pela escassez de munição, exploração de ambientes, resolução de enigmas e ameaças que aumentam a cada novo cenário. A franquia atravessou gerações de consoles, ganhou continuações e remakes e construiu uma extensa mitologia em torno de experiências biológicas, epidemias e criaturas mutantes. Mais do que enfrentar zumbis, o jogador precisa administrar recursos e sobreviver à tensão. É justamente essa dinâmica que o novo filme pretende reproduzir.