Quando os créditos finais de O Diabo Veste Prada subiram na tela, em 2006, já havia a sensação de que aquela história não se encerrava ali. Ao longo de duas décadas, o filme se manteve vivo, entre memes, podcasts e discussões sobre ambição, ética e relações de poder no trabalho, além de leituras que reposicionaram Miranda Priestly, a editora gélida e absolutista de Meryl Streep, como uma figura menos vilanesca e até mesmo incompreendida. Tudo isso ajuda a explicar a expectativa (e a alegria) dos fãs quando a Disney confirmou, em julho de 2024, a sequência que chega agora aos cinemas. O tema central de O Diabo Veste Prada 2 é a crise da mídia impressa. A ex-toda poderosa Miranda navega por sua carreira em meio ao declínio da imprensa tradicional. Ela enfrenta Emily Charlton, sua ex-assistente, agora executiva de alto escalão de um grupo de luxo, em uma disputa por verbas publicitárias que a revista Runway não pode mais ignorar. Andy Sachs, personagem de Anne Hathaway, que sofreu na mão da chefona, retorna à revista como editora de planejamento.