A combinação de um exame de sangue para medir um biomarcador do Alzheimer e um teste genético pode ajudar a identificar pessoas com maior risco de desenvolver comprometimento cognitivo antes do surgimento dos sintomas. A estratégia foi elaborada por pesquisadores dos Estados Unidos e publicada na revista científica The Lancet Neurology, mas ainda precisa de mais evidências antes de começar a ser disseminada. Até o momento, a validação da técnica foi feita com quase 9.000 participantes do estudo, acompanhados por até 4 anos. A busca por identificação de risco de demências, como o Alzheimer, é uma das prioridades da pesquisa, pois alguns tratamentos administrados nos estágios iniciais podem retardar a progressão do declínio cognitivo. E a cada dia surgem novos tratamentos, como os recém-desenvolvidos medicamentos antiamiloides, que demonstraram benefícios na redução do ritmo de declínio cognitivo em pacientes nos estágios iniciais da doença.