Um ano após a morte de Preta Gil, o público poderá revisitar sua trajetória por meio de duas produções inéditas que estreiam nesta segunda (20 como parte do projeto Quanto Mais Preta, Melhor, homenagem da Globo à força, autenticidade e ao legado da artista. Na TV Globo, o documentário Preta – Eu Não Ando Só traz um retrato íntimo dos últimos anos de sua vida, construído a partir de imagens inéditas gravadas pela própria cantora e por amigos durante o tratamento contra o câncer. Já no Globoplay, a série original Meu Nome É Preta, produzida pela Conspiração, percorre sua trajetória pessoal e profissional, revelando a mulher que transformou sua própria história em instrumento de representatividade, afeto e liberdade. A série será dividida em quatro episódios liberados semanalmente. Juntas, as produções oferecem um panorama amplo sobre quem foi Preta Gil. Enquanto o filme acompanha sua jornada mais recente, marcada pela coragem de compartilhar vulnerabilidades e fortalecer laços com amigos e familiares, a série resgata momentos decisivos de sua vida, desde a infância até sua consolidação como artista, empresária e figura pública que desafiou padrões e abriu caminhos para importantes debates sobre diversidade, corpo e comportamento.