Aos 53 anos, o militar Marcus Vinicius Pimentel já perdeu as contas de quantas vezes o corpo cobrou o preço de uma rotina intensa dedicada ao esporte. Praticante de triatlo e pentatlo, ele manteve durante anos uma agenda de treinamentos, até que, depois dos 50, começou a perceber que conviver com a dor poderia se tornar um dos “pedágios” da fase sênior. Foi na acupuntura japonesa, com técnicas não invasivas, que encontrou uma alternativa. “Tratamentos orientais pareciam-me exóticos. Mas, apesar do meu empenho, eu estava amargando muito tempo sem me curar”, conta. A experiência de Marcus Vinicius não é isolada. Estima-se que entre 37% e 40% da população adulta brasileira conviva com algum tipo de dor crônica, o que tem levado cada vez mais pessoas a buscar, além da medicina convencional, terapias complementares capazes de atuar sobre o alívio e a origem do desconforto. Na acupuntura japonesa, os estímulos podem ser feitos de maneira mais sutil e, em algumas técnicas, sem a inserção profunda de agulhas.