Trabalho, casa, marido, dois filhos e um dia que parece não caber nas 24 horas. Essa é a rotina da administradora Riquely Avelar de Queiroz Albuquerque, de 38 anos, que encontrou nos treinos de 30 minutos uma forma de manter a atividade física. Mãe de um jovem de 21 anos e de uma criança de 6, ela costuma treinar às 6oras para conseguir conciliar os cuidados com a família e as tarefas domésticas. “São aulas dinâmicas e sempre com acompanhamento do professor, o que dá um incentivo a mais”, conta. Segundo ela, mesmo em pouco tempo, o treino combina exercícios de força e cardio e permite manter a constância que antes não conseguia em academias tradicionais, trazendo benefícios para a saúde e o bem-estar. Riquely faz parte de um grupo cada vez maior de brasileiros que tenta encaixar a atividade física em agendas apertadas. Dados do Vigitel 2025, sistema de vigilância do Ministério da Saúde que monitora, por entrevistas telefônicas anuais, fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais brasileiras, mostram que 42,3% dos adultos afirmam praticar atividade física no tempo livre, um crescimento em relação aos primeiros levantamentos da série histórica.