O professor Reginaldo Rufino Marques, de 48 anos, não sentia dor, não tinha dificuldades para urinar e levava uma rotina aparentemente normal. Foi durante uma conversa com colegas de trabalho sobre a importância dos exames preventivos que decidiu fazer uma avaliação de rotina. Entre os resultados, apareceu um pequeno sangramento na urina. “Nada que causasse preocupação naquele momento. A tomografia solicitada pela médica, porém, revelou uma alteração na bexiga e mudou completamente o rumo da história”, conta. Ao analisar o exame, a profissional recomendou que ele procurasse um urologista com rapidez. Como não apresentava sintomas, Reginaldo preferiu adiar a consulta para depois das festas de fim de ano. Quando voltou a investigar o problema, dois meses depois, o cenário já era diferente. O que inicialmente parecia uma única lesão havia evoluído para cinco tumores. Poucos dias depois, ele passou por cirurgia para retirada das lesões e recebeu o diagnóstico de neoplasia maligna avançada de bexiga. Após passar por uma cirurgia realizada por via endoscópica, ele deu continuidade ao tratamento com sessões de quimioterapia.