A promessa é de uma produção digna de superstar. Em meio à euforia, à pirotecnia e às batidas das aparelhagens, Gaby Amarantos tem visto o público se emocionar diante das imagens da Amazônia projetadas no telão durante a turnê Rock Doido, que celebra o álbum homônimo lançado em 2025. “Eu nunca vivi isso em nenhum momento da minha carreira com um show solo”, afirma a cantora, que atravessa uma das fases mais especiais de sua trajetória. Aos 47 anos e perto de completar três décadas de carreira, Gaby tem percorrido os principais festivais do País com um espetáculo que leva a cultura das aparelhagens para públicos que, até pouco tempo, pouco conheciam essa cena. É nesse momento da carreira que ela chega ao Bananada, neste sábado (22), para fazer sua primeira apresentação no festival, em Goiânia. O show mistura tecnobrega, carimbó, brega e música eletrônica e, para Gaby, simboliza também uma mudança na maneira como a produção musical do Norte é recebida no restante do Brasil. Em entrevista ao POPULAR, a cantora falou sobre a estreia no Bananada, a relação com Goiás, a força da cultura paraense e a liberdade de experimentar que o atual momento da carreira proporciona. Confira.