Há um ano, em março de 2025, foi implementada nas redações do Grupo Jaime Câmara, incluindo a do jornal O Popular, a política da empresa de uso aceitável das tecnologias de Inteligência Artificial. Trata-se de um documento que não só reforça os valores editoriais e éticos dos veículos de comunicação do Grupo, mas também revela a importância de o jornalismo acompanhar as transformações que as novas tecnologias apresentam, com a capacidade de mudar não apenas um segmento específico, mas o mundo todo. É o que acontece agora. A IA veio para ficar, com impactos profundos em profissões, formas de pensar e agir, em aprendizados e no cotidiano. Com seus 88 anos de existência, O Popular não perdeu esse bonde (para ficarmos com uma expressão da época de sua fundação). “Nós criamos um assistente de Inteligência Artificial nosso, que serve a todas as redações”, explica Breno Oliveira, Gerente de Soluções de Dados e IA do Grupo Jaime Câmara. “Essa ferramenta está em consonância com as melhores da área disponíveis no mercado, mesmo de grandes empresas de tecnologia, como Meta ou Google. Ela não fica a dever em nada para o Gemini ou o Chat GPT”, aponta Breno, que também é pesquisador do Centro de Excelência em IA da Universidade Federal de Goiás (CEIA). Batizada de jAIme, esse assistente trabalha com os chamados grandes modelos de linguagem, que possibilitam mais agilidade na pesquisa de dados, maior confiabilidade das informações, um eficiente aprendizado por parte da IA e alto nível de segurança e inviolabilidade do sistema.