Chega a manteiga derrete. Um bom cuscuz quentinho chegando ainda com fumaça na mesa é sempre um convite ao paladar. Originário do Norte da África e incorporado como símbolo da cozinha nordestina brasileira, o prato sempre fez sucesso, mas, nos últimos anos, passou a conquistar também a turma que busca uma dieta equilibrada sem abrir mão do sabor. Rico em carboidratos de fácil digestão, naturalmente sem glúten quando feito de milho e com baixo teor de gordura, o cuscuz se tornou alternativa ao pãozinho de cada dia. A empresária Daniela Deus, de 42 anos, não precisou aderir ao modismo para incluir o cuscuz na rotina alimentar. Ele sempre esteve ali. Filha de baiana, Daniela cresceu com o alimento presente à mesa e, hoje, mantém o hábito com ainda mais convicção ao reconhecer seu valor nutricional. “Eu substituo o pão porque já gosto desde sempre, e quando descobri o quanto é nutritivo, fiquei mais feliz ainda”, afirma. Na prática, o cuscuz virou peça estratégica da dieta: entra como fonte de carboidrato de boa digestão.