Israel acrescentou uma licitação para 2.167 moradias ao seu plano de expansão do assentamento E1, afirmaram grupos israelenses de direitos humanos sobre um projeto que, segundo críticos, ameaça a criação de um futuro Estado palestino. O projeto dividiria a Cisjordânia ocupada por Israel e a isolaria de Jerusalém Oriental, fragmentando o território que os palestinos esperam que venha a constituir o núcleo de um Estado. Antes da confirmação, os governos de 12 países, incluindo Canadá, Reino Unido e França, anunciaram no início de setembro um pacote de sanções contra o governo de Israel em retaliação à expansão de assentamentos judaicos na Cisjordânia ocupada. O governo britânico acusou ainda Tel Aviv de permitir uma situação que, segundo o chanceler Ed Miliband, configura "limpeza étnica". Aliados do Irã avançam no mar Vermelho; oleoduto saudita pega fogo