A entrada do Hezbollah ampliou o caráter regional da guerra movida por Estados Unidos e Israel contra o Irã desde o sábado (28). Nesta segunda-feira (2), Tel Aviv prometeu "ir até o fim até remover a ameaça existencial", manteve ataques ao Líbano e reforçou sua fronteira norte, além de jurar de morte o líder do grupo extremista libanês. A violência escalou em todas as frentes da guerra. Houve renovados bombardeios ao Irã, que já conta 555 mortes, o Kuwait foi alvo de ataques intensos de Teerã, uma refinaria saudita teve de fechar após pegar fogo ao ser atingida e um drone iraniano atingiu uma distante base britânica no Mediterrâneo. O presidente Donald Trump e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, lançaram o ataque mirando a derrubada do regime em Teerã, sob a alegação de que as negociações para evitar que os aiatolás desenvolvessem a bomba nuclear não chegaram a lugar algum.