Em um movimento que antecipa uma escalada ainda maior no embate entre Israel e o Hezbollah, o Estado judeu emitiu nesta quarta-feira (4) uma ordem de retirada para os cerca de 200 mil libaneses que vivem no sul do país árabe. É um roteiro conhecido. Assim que o Hezbollah, grupo fundamentalista xiita apoiado pelo Irã, entrou na guerra lançada por Estados Unidos e Israel contra seus patronos, na segunda (2), Tel Aviv iniciou uma campanha aérea extensa sobre o vizinho. Ato contínuo, enviou reforços para sua fronteira norte e, na terça (3), entrou com tropas nos cinco pontos que já ocupava dentro do território ao sul. O Hezbollah seguiu lançando foguetes e drones contra Israel, apesar de numa escala bem menor do que no conflito de 2024 com os rivais, e Tel Aviv agora insinua nova invasão. Goianas relatam momentos de tensão em Dubai