“Embora eu não tenha sofrido uma violência física, a sociedade precisa saber o que passamos diariamente, não somente quando nossos corpos são encontrados em valas ou terrenos baldios. Sofremos muito para tentar ser uma pessoa comum, para tentar ir para uma faculdade e não estar numa esquina de prostituição. Porque este é o lugar que pessoas transfóbicas desejam nos ver...

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