Era madrugada quando Maria, nome fictício de uma profissional autônoma de 64 anos, acordou com o barulho de alguém mexendo na porta da sala da sua casa, no Residencial Cidade Verde, em Goiânia. Ela pensou que fossem ladrões, mas eram policiais militares, o que no caso dela não reduziu os momentos de medo que ela enfrentou em seguida. “Meu coração quase pulou pela boca”, re...

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