Atualizada às 12h52.Com a confirmação da morte de Lázaro Barbosa de Sousa, de 32 anos, na manhã desta segunda-feira (28), o trabalho de inteligência das polícias Civil e Militar seguirá com o intuito de investigar como ocorreu a troca que tiros e apurar a participação de envolvidos. A informação foi dita pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) durante entrevista, por telefone, à CBN Goiânia.Leia também:- Vídeos mostram policiais transportando Lázaro Barbosa após confronto; assista- Lázaro Barbosa tem perfil de spree killer, diz psicólogo forense; entenda o que isso significa- Quem é Lázaro Barbosa? Foragido desafia policiais em Goiás e Distrito Federal- Lázaro Barbosa pode ter cometido ao menos seis crimes pouco antes de chacinaCaiado contou que foi informado pelo Major Edson Luis Souza Melo Rocha, por telefone, que houve uma troca de tiros e que Lázaro teria sido atingido. O oficial também teria afirmado ao governador que o suspeito tinha sido levado para a cidade mais próxima para atendimento médico. Segundo o democrata, o policial ligou de dentro da mata e contou que a ação aconteceu perto de um córrego com mata densa.As investigações devem apurar também, de acordo com Caiado, qual o interesse das pessoas que estavam auxiliando Lázaro, entre elas, o fazendeiro Elmi Caetano Evangelista, de 74 anos, que está preso. Com ele solto o valor dos imóveis sofreriam uma desvalorização facilitando assim a compra. “Por que a pessoa ia prestar a esse nível de proteção a um assassino como esse, que praticou uma chacina como aquela?”, argumentou.