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Universidades de Goiás colocam estrutura e conhecimento na luta contra o coronavírus

Entre estudos científicos, fabricação de equipamentos e até ações sociais, as instituições de ensino superior em Goiás realizam projetos na ajuda para conter a disseminação do novo coronavírus

Produção de máscaras para profissionais de saúde. Designers atuaram no desenvolvimento de modelo

Produção de máscaras para profissionais de saúde. Designers atuaram no desenvolvimento de modelo (Diomício Gomes)

As universidades goianas têm participado ativamente do processo de combate ao novo coronavírus (SARS-CoV-2), responsável pela Covid-19. Instituições muitas vezes criticadas por, aparentemente, estarem desconexas com as necessidades da sociedade, a pandemia que assola o mundo tem sido o fator que mostra a importância do conhecimento científico para a vida humana, de acordo com os professores. Desde que o primeiro caso foi confirmado em Goiás, no dia 12 de março, mais de uma centena de projetos e ações estão sendo realizados pelas instituições de ensino superior, desde a produção de equipamentos e suprimentos, tratamento de pacientes e mesmo campanhas sociais.

Na maior parte dos casos, as iniciativas são realizadas mesmo sem financiamento, contando com a contribuição pessoal dos professores e alunos que não estão apenas nas áreas de saúde ou biológicas. Estes têm apoiado o tratamento de pacientes e realizado estudos científicos, como aqueles ligados a área econômica. Mas há ainda pessoas dos cursos de química, por exemplo, na produção de soluções desinfetantes, álcool em gel ou etanol 70%. Da engenharia, docentes e discentes ajudam na manutenção de respiradores mecânicos e na fabricação de máscaras cirúrgicas e equipamentos de proteção, no que conta com apoio de designers. Professores de artes ou moda atuam para produzir máscaras caseiras.

Profissionais de artes e comunicação que atuam nas universidades também auxiliam na tentativa de informar e produzir conteúdo como modo de reforçar a necessidade do isolamento social, assim como entreter as pessoas em casa. Da ciência da computação, geografia e estatística surgiram iniciativas de produzir sites com os dados atualizados sobre a pandemia, mostrando a evolução dos casos e servindo para mostrar ao público a razão das tomadas de decisões, como explica o professor Esdras Bispo Júnior, da Universidade Federal de Jataí (UFJ) e que iniciou o projeto De Olho No Corona. O site reúne os dados da pandemia nas cidades de Jataí, Rio Verde e Mineiros.

"O nosso momento exige uma reformulação de como a gente vai enxergar o mundo de agora em diante. A universidade sempre cumpriu uma função importantíssima na sociedade, mas agora ainda mais. Creio que o aprendizado será que a agenda universitária, de hoje em diante, estará bem mais sintonizada com as demandas da sociedade. Priorizar os esforços em relação à pandemia é um compromisso ético da universidade com a sociedade", afirma Júnior. Ele conta que o projeto surgiu uma semana após o decreto municipal em Jataí, quando professores do curso de Ciências da Computação da UFJ, por iniciativa própria, perceberam a necessidade de contribuir no suporte aos profissionais de saúde.

O site funciona sem qualquer financiamento, em que professores e voluntários dedicam suas horas livres para a atualização dos dados e o acompanhamento dos mesmos. "Se for possível informar com qualidade e permitir uma melhor tomada de decisão, tanto de cidadãos quanto de gestores, a missão do observatório foi cumprida", diz Júnior. Para ele, as decisões afetam a vida de toda a sociedade e por isso é necessário que as informações sejam claras e de fácil acesso a todos. Há iniciativas semelhantes em outras instituições, como a Universidade Federal de Goiás (UFG), com o projeto Covid-Goiás em que divulga os dados pandemia de todo o Estado.

Por outro lado, as universidades também vêm atuando a partir das demandas de outras áreas e não apenas a partir de iniciativas próprias. A necessidade de conseguir um maior número de respiradores mecânicos chegou ao professor Rodrigo Pinto Lemos, da Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação (EMC) da UFG, como um desafio para consertar equipamentos em desuso das unidades hospitalares goianas. Já são 70 respiradores que aguardam análise e trabalho mecânico na tentativa de recuperá-los. "O objetivo é ver se consegue recuperar por combinação ou manutenção, pois cada um que a gente conseguir é uma vida que vai ser salva", afirma.

Lemos reforça que os pacientes em casos graves necessitam de leitos em unidades de terapia intensiva (UTI) equipados com os respiradores. O serviço será feito de forma voluntária e com baixo custo, mas na tentativa de conseguir ser rápido para levar as máquinas de volta às unidades de saúde. "Temos 70, se salvar 10 já são 10 vidas, se for 1 já é uma vida e uma vida não tem preço. É um momento em que temos de doar nosso tempo para colaborar, é a união de várias pessoas da área técnica, de saúde e entidades que pode ajudar."

Artes também busca soluções

A professora da Escola de Música e Artes Cênicas (Emac) da Universidade Federal de Goiás (UFG), Rafaela Pires, se preocupou com a situação da pandemia do novo coronavírus antes mesmo da suspensão das aulas na instituição, pois recebia notícias de amigos que moram em outros países.

"Comecei a ler reportagens jornalísticas e trabalhos científicos que tratassem da Covid-19 como um interesse pessoal para compreender o máximo possível sobre o vírus. Comecei a acompanhar informações nos grupos internacionais de desenvolvimento de equipamentos e projetos 'open-source' (ligados à minha pesquisa)", conta. Nesta busca, ela soube sobre necessidades de equipamentos que surgiram em outras localidades.

A ideia passou a ser de realizar um vídeo ensinando as pessoas a fazerem máscaras de proteção caseiras, que passou a ser mais indicada nas últimas semanas. Ela chegou a receber a sugestão de um amigo médico que faz doutorado na Inglaterra para realizar um protótipo de uma máscara com o material do saquinho do aspirador de pó, o que poderia ter um produto com índice de retenção de partículas de 95%. "Mas não consegui nem encontrar o material, pois o comércio já estava todo fechado. Além disso, se fosse para apresentar uma ideia fácil de a população desenvolver em um movimento solidário realmente teria que ser um material de fácil acesso para o momento."
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Desde que o vídeo foi publicado e divulgado, Rafaela ouviu respostas positivas "no sentido de tentar dar explicações mais plausíveis no porquê do uso de materiais aplicados a um item do cotidiano, ao invés de simplesmente só mostrar um passo-a-passo". Para ela, "isso mostra que a ciência é feita e está intrinsecamente ligada ao nosso cotidiano, por isso é importante que a população tome consciência, neste momento, da importância da valorização da ciência no País e na vida delas". Sobre auxiliar no combate a uma pandemia mesmo sem ser da área de saúde, a professora lembra que "não é porque o efeito da arte não apresenta uma resposta imediata, não signifique que ela não tenha uma função nítida e de extrema importância neste período da pandemia."

Professor Rodrigo Pinto Lemos tem a missão de recuperar respiradores

Professor Rodrigo Pinto Lemos tem a missão de recuperar respiradores (Diomício Gomes)

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Revitalização do Centro de Goiânia tem 10 projetos em 25 anos

Região Central receberá nova proposta, da atual gestão municipal, ainda neste ano, sendo a décima desde 2001, sem ter finalizado nenhuma das anteriores

Centro de Goiânia (na foto, cruzamento da Goiás com a Anhanguera) ainda sem previsão para ver possível projeto da prefeitura em prática

Centro de Goiânia (na foto, cruzamento da Goiás com a Anhanguera) ainda sem previsão para ver possível projeto da prefeitura em prática (Diomício Gomes / O Popular)

Desde o começo dos anos 2000, uma nova gestão no Paço Municipal se inicia com uma proposta para reformulação e revitalização da região Central de Goiânia e nenhuma delas conseguiu reurbanizar a localidade e nem sequer finalizar o projeto definido. Neste tempo, foram seis gestões diferentes a frente da Prefeitura e a décima proposta deve ser feita neste ano, pela administração de Sandro Mabel (UB), que já retirou de tramitação o projeto Centraliza, que foi a proposta do antecessor, Rogério Cruz (SD), da Câmara Municipal, e prometeu reformular as ideias lá contidas. A gestão promete dar mais ênfase às novas propostas a partir deste mês de março, com estudos sobre como implantar as ideias do prefeito.

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Ainda na campanha eleitoral, Mabel informou sobre o interesse em modificar o Centraliza, o que fez até mesmo que a tramitação da proposta na Câmara Municipal ficasse parada. O projeto de lei foi restituído pelo Paço em fevereiro para ser reformulado. Na última semana, o secretário da Fazenda, Valdivino de Oliveira, afirmou em entrevista ao Programa Jackson Abrão, do POPULAR , que a principal obra que a nova gestão pretende fazer é "a remodelação de todo o Centro da cidade". Oliveira informou ao POPULAR que a ideia é implantar uma parceria público-privada (PPP) para a "remodelação e renovação do centro".

"O centro está um tanto quanto abandonado, sem atividade econômica, o que é preponderante, e nós queremos reviver o centro da cidade", disse o secretário ao confirmar que o Centraliza será reformulado. A secretária de Governo, Sabrina Garcez, informou que o foco continua sendo os serviços mais urgentes para os 100 primeiros dias de mandato, mas que há grande preocupação com o Setor Central. "Ainda estamos começando as análises dos projetos, entre eles está o Centraliza. Os projetos que estão lá serão todos revisados", diz. Um deles é a ocupação da sede do Jóquei Clube, que já vem sendo estudado desde a gestão anterior.

A principal questão é como ter posse do edifício, que possui débitos fiscais com o município, a partir de uma negociação ou por penhora judicial. Na última semana, Mabel disse à TV Anhanguera que já determinou a adjudicação do imóvel, ou seja, a transferência do mesmo para o credor, no caso a Prefeitura. Porém, a proposta do atual prefeito para a ocupação é diferente do que se tem no Centraliza. No projeto da gestão passada, o imóvel seria ocupado pela secretaria municipal de esportes e por um projeto de parceria privada de gastronomia e comércios. Já Mabel pretende instalar um espaço para jogos on-line no local, além de lugares de cultura e lazer, também a partir de uma PPP.

A atual gestão tem o interesse de iniciar o processo da região Central pelo Jóquei e seguir pela Rua 3 e Avenida Goiás, em que se pretende revitalizar e incentivar a reforma das fachadas e do paisagismo da via. Em seguida, há a proposta de uma reforma no uso da Rua 8 (Rua do Lazer), com o incentivo para a instalação de restaurantes no local. Neste caso, a inspiração de Mabel é de vias da Europa, com a ideia de ter na via de pedestres do Centro uma série de cantinas italianas, com músicos tocando nas calçadas e um espaço aberto para exposições ao ar livre no período de seca. Há também um interesse de reformular a região da Rua 44 e Praça do Trabalhador, com a ideia de ocupar esta parte da região central de Goiânia também durante o período noturno.

O projeto da nova gestão passa por uma integração do Setor Central com o turismo da cidade, de modo a juntar o bairro com a região da 44 e até mesmo da Avenida Bernardo Sayão, em que poderia ser elaborado um city tour de compras nos locais em conjunto com os congressos realizados na cidade, fazendo com que os turistas de negócios conhecessem o Centro de Goiânia. Já o Centraliza, por exemplo, não incluía a região da Rua 44 nos seus projetos, mas sim a Estação Ferroviária, o Grande Hotel e o Bosque dos Buritis. No caso, foi feito um projeto de reformulação do Bosque pelo escritório de paisagismo carioca, Burle Marx.

A gestão de Rogério Cruz tinha o interesse de fazer do Bosque dos Buritis o grande ponto de encontro para o Setor Central da capital, com a inspiração no Central Park, de Nova Iorque (EUA). Havia uma proposta de fazer um espetáculo com água no lago principal da unidade de conservação, que seria um show para os visitantes e moradores locais. A gestão atual afirma que vai revisar todos os projetos contidos no Centraliza, mas não se fala mais sobre uma revitalização do Bosque dos Buritis. Também não é citado pela nova gestão a proposta de pedestrianização de parte da Avenida Anhanguera, que retiraria veículos particulares do trecho entre as avenidas Tocantins e Araguaia, ficando apenas para pedestres e transporte coletivo.

Incentivos

Outra mudança que deve ocorrer é com relação aos incentivos fiscais propostos no projeto que estava na Câmara. Há uma expectativa de que se tenha um incentivo para imóveis voltados a estudantes universitários, com a ideia de que eles possam povoar o Setor Central, pela facilidade de locomoção a partir do bairro e proximidade com a Praça Universitária, mas é algo ainda não definido. Para o presidente da Associação Comercial e Industrial do Centro de Goiânia (ACIC), Antônio Ferreira, o projeto Centraliza era uma boa proposta para o setor, de modo que se fossem colocados em prática os incentivos lá contidos, já seria bom para a classe empresarial do local. "Mas novos e mais incentivos sempre serão bem-vindos", confirma o presidente.

O empresário ressalta acreditar que pelo prefeito ser empresário de profissão, além do cargo público, ele espera que se tenha maior entendimento sobre a situação dos lojistas no Setor Central. "Inúmeros restaurantes fecharam a porta aqui no Centro, o que mostra a situação do comércio na região. Se fecha restaurante é porque não tem público para vir mesmo", conta Ferreira, que lembra que o trecho central da Anhanguera foi o que mais teve lojas fechadas em Goiânia em 2021, ao citar pesquisa feita pelo sindicato dos lojistas. "Aqui não tem lixeiras, não tem bancos, mas tem ambulantes e pessoas em situação de rua, que não tem lugar para fazer suas necessidades e fazem nas portas das lojas."

"Falta olhar para o Centro como bairro"

A arquiteta e urbanista e professora da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Maria Ester de Souza, explica que historicamente e sociologicamente, os centros das cidades são usados por governantes para deixar marcas, o que justifica a quantidade de projetos e propostas para reurbanização da região central de Goiânia nos últimos anos. "É um lugar do carimbo do prefeito e, ao mesmo tempo, o projeto do outro não me serve, mesmo que ele tenha sido feito por técnicos. Então, vai sempre remodelar, sempre querer colocar o seu jeito ou a sua cara", diz. Porém, para ela, a justificativa para que nenhum projeto anterior se finalizasse é a falta de perceber que o Setor Central é um bairro, que deve ter sua característica preservada.

"Todas as propostas que fizeram e fazem é uma maquiagem, uma coisa surpreendente, mas não olha para as pessoas. É sempre um 'cara limpa', 'fachada limpa', 'retrofit', 'revitalização', mas nunca é sobre os moradores do Centro", argumenta Maria Ester. O resultado são propostas que não caminham e um problema que se intensifica na região, cuja justificativa para uma nova proposta é sempre se tratar de um local que perde habitantes, comércios e se degrada ao longo do tempo. "Mas não se faz uma base em um indicador preciso, uma pesquisa de fato sobre quem mora lá. A gestão passada tentou com o fechamento das ruas para lazer, mas não tinha crianças lá para usar, não tinha público."

Para a urbanista, projetos de revitalização de prédios específicos também não são suficientes para mudar a realidade do Setor Central, como são as propostas para a sede do Jóquei Clube ou Bosque dos Buritis. Casos como as reformas da Vila Cultural Cora Coralina, na Rua 3, e da própria Praça Cívica, não fizeram com que as movimentações aumentassem na região, por exemplo. "Temos uma cidade com vocação de serviços, mas os projetos não olham para isso. Só olham para as avenidas Goiás, Anhanguera e para a Rua 8. O que o Centro precisa é de estrutura para os que já estão lá, mas não tem suporte de nada."

A falta de cumprimento dos projetos, além da vontade política das gestões, passa também pela falta de substância e engajamento da população local e dos comerciantes, em que muitas vezes as propostas surgem de fora da região e até mesmo da gestão. "Muitas vezes essas ideias de PPP, de Operação Consorciada, são de pessoas de fora, que pensam no investimento e o rendimento que vão ter, e aparecem dentro da gestão como uma solução, sem pensar na população mesmo", explica Maria Ester. Ela lembra que as propostas para o Centro também costumam apresentar ideia sobre o que imaginam que o bairro deveria ser, sem pensar nas características locais.

"A gente escuta sobre levar pessoas para morar lá, que seria um segmento ou outro. Mas o que o Centro precisa, e deve ser, é um bairro, essa é a característica dele, de diversidade. Tem de ter idoso, criança, famílias, estudantes, tem de ter tudo lá, sempre foi assim", conta. Esse é o problema, por exemplo, de incentivos fiscais para que as construtoras invistam na região, já que procuram a demolição de casas para a implantação de torres de alto padrão, o que dificulta a diversidade, muda a característica do bairro. "E as construtoras surgem como se fossem a solução, mas não é bem assim."

Região possui interesses diversos a partir de cada localidade e uso

Um dos problemas citado pela arquiteta e urbanista Maria Ester de Sousa que dificultam a execução dos projetos para a região Central de Goiânia é a quantidade de interesses no bairro, que mesmo sem ser tão extenso, possui diversas "regiões" com características diferentes, como aqueles que ficam mais próximos do Setor Oeste e os outros mais perto da Praça Cívica e outros da Avenida Anhanguera ou mesmo da Avenida Independência. "Lá tem duas associações de moradores diferentes, em que uma tem como principal foco a retirada do Mercado da Avenida Paranaíba, pelos eventos que tem lá e barulho. Já a outra vê como principal problema a retirada dos moradores de rua. Então é sempre difícil o diálogo por lá também, definir quais as prioridades", explica.

Além dos moradores, há ainda uma forte presença do comércio, sobretudo nas principais avenidas, que também buscam interesses próprios, como a retirada dos vendedores ambulantes das vias, maior incentivo fiscal ou a melhoria da política de estacionamento no local. O presidente da associação dos empresários locais, Antônio Ferreira, conta ainda que a nova gestão municipal não se reuniu com a categoria para discutir possíveis mudanças no projeto Centraliza ou mesmo a formulação de um novo projeto. "Ficou marcado para março agora uma conversa com a gestão. O Centraliza é bom, mas tem podemos acrescentar e ouvir o que a gestão pretende."

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Fies 2025 abre inscrições para financiamento de cursos superiores

As inscrições podem ser feitas até a próxima sexta-feira (7), e mais de 112 mil vagas serão ofertadas para cursos superiores

A inscrição é feita apenas pela página do FiesSeleção.

A inscrição é feita apenas pela página do FiesSeleção. (Marcello Casaj Jr/Agência Brasil)

Começam à 0h desta terça-feira (4) e vão até 23h59 da próxima sexta (7) as inscrições para o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), um programa do governo federal que concede financiamento a estudantes em cursos superiores em instituições de ensino privadas.

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A inscrição é feita apenas pela página do FiesSeleção. O resultado com os aprovados será divulgado no dia 18 de fevereiro. E o início da convocação da lista de espera ocorre a partir de 25 de fevereiro.

Neste ano, serão ofertadas mais de 112 mil vagas, em dois processos seletivos: um para o primeiro semestre de 2025 e outro para o segundo semestre.

"Curso de IA da UFG tem contato com o mercado", justifica 1º colocado no Sisu 2025
[Estudantes vão às ruas de Goiânia para comemorar resultado no Sisu](http://Estudantes vão às ruas de Goiânia para comemorar resultado no Sisu | O Popular - Veja mais em: https://opopular.com.br/cidades/estudantes-v-o-as-ruas-de-goiania-para-comemorar-resultado-no-sisu-1.3224238)
[Habilidade com IA será mais exigida, dizem especialistas​](http://Habilidade com IA será mais exigida, dizem especialistas | O Popular - Veja mais em: https://opopular.com.br/economia/habilidade-com-ia-sera-mais-exigida-dizem-especialistas-1.3186886)

QUEM PODE SE INSCREVER?

Pode se inscrever quem tenha participado de qualquer prova do Enem a partir de 2010 e alcançado ao menos 450 pontos de média nas notas das cinco provas do exame, além de não ter zerado na redação. O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até 3 salários mínimos (R$ 4.554). O MEC destina 50% das vagas para o Fies Social.

O cálculo da renda familiar mensal bruta per capita é feito com base na soma da renda bruta de todos os membros do grupo familiar, dividida pelo número total de pessoas pertencentes ao referido grupo familiar.

Um percentual das vagas tanto do Fies Social quanto das demais vagas do Fies será destinado a estudantes autodeclarados pretos, pardos, indígenas e quilombolas e a pessoas com deficiência, de acordo com a proporção na população da unidade da Federação onde está a instituição, segundo o último Censo do IBGE.

CANDIDATO COM BOLSA PARCIAL NO PROUNI PODE SE INSCREVER?

Sim. O candidato que tiver a bolsa parcial (50%) aprovada no Prouni e não tiver condições financeiras para pagar a outra metade do valor do curso pode tentar financiá-la por meio do Fies. Para isso, basta se inscrever normalmente e seguir as determinações do calendário.

COMO CONCORRER A UMA VAGA DO FIES SOCIAL?

Poderá se inscrever às vagas reservadas ao Fies Social o candidato que, cumulativamente, atenda às seguintes condições:

  • ter participado do Enem a partir da edição de 2010, com nota válida até o momento anterior à abertura das inscrições, tenha obtido média aritmética das notas nas cinco provas igual ou superior a 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos e nota na prova de redação superior a zero, assim como não tenha participado no referido exame como "treineiro";
  • estar inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) com renda familiar per capita de até meio salário-mínimo (R$ 759).
  • Ao candidato que atender a essas condições, caso seja pré-selecionado no processo seletivo, poderá ser concedido até 100% do encargo educacional cobrado pela instituição de ensino superior no curso a ser financiado, desde que não ultrapasse os valores definidos pelo Comitê Gestor do Fies.

    COMO SE INSCREVER?

    As inscrições para o Fies ocorrem duas vezes por ano, antes do início das aulas em cada semestre. Você vai precisar de uma conta Gov.br para entrar no Portal Fies.

    Para efetuar a inscrição no processo seletivo do Fies, o candidato deverá obrigatoriamente informar:

    1 - correio eletrônico (e-mail) pessoal válido;

    2 - perfil: etnia/cor, se é ou não quilombola, se é ou não pessoa com deficiência, se concluiu ou não o ensino superior;

    3 - até três opções de curso/turno/local de oferta/Imstituição de Ensino Superior entre as disponíveis para inscrição, no mesmo Grupo de Preferência ou em Grupos de Preferência distintos, indicando a ordem de prioridade entre as suas opções;

    4 - os nomes dos membros do seu grupo familiar, o número de registro no CPF dos membros do seu grupo familiar com idade igual ou superior a 14 anos, as respectivas datas de nascimento e, caso possuam, a renda bruta mensal de cada componente do grupo familiar

    5 - demais exigências solicitadas no âmbito do FiesSeleção.

    QUANDO SERÁ DIVULGADO O RESULTADO DA PRÉ-SELEÇÃO?

    O resultado da pré-seleção na chamada única do Fies será divulgado no dia 18 de fevereiro.

    O candidato será pré-selecionado em apenas uma de suas opções de curso/turno/local de oferta/IES, conforme tipo de vaga e modalidade de concorrência, realizadas na inscrição.

    Os resultados estarão no site do Fies e também nas faculdades em que você se inscreveu.

    COMO COMPLEMENTAR O CADASTRO?

    Você passou na pré-seleção? Agora, precisa complementar suas informações no site oficial de 19 a 21 de fevereiro.

    Após a complementação da inscrição, o candidato deverá:

  • validar suas informações em até cinco dias úteis na instituição de ensino superior, por meio da entrega física ou digital/eletrônica de documentação exigida, contados a partir do dia imediatamente subsequente ao da complementação da sua inscrição no Fies; e
  • validar suas informações em um agente financeiro (banco) em até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil imediatamente subsequente à data da validação da inscrição. Uma vez aprovada pelo agente financeiro, formalizar a contratação do financiamento.
  • COMO ENTRAR NA LISTA DE ESPERA?

    Os candidatos não pré-selecionados na chamada única deste processo seletivo do Fies constarão automaticamente de lista de espera a ser utilizada para fins de preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas, observada a ordem de classificação.

    A eventual pré-seleção dos participantes da lista de espera ocorrerá no período de 25 de fevereiro de 2025 até as 23 horas e 59 minutos de 9 de abril.

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    Ao menos 12 brasileiros morreram em combate na Guerra da Ucrânia, diz Itamaraty

    Número não contabiliza o caso de Tiago Nunes, que atuava como voluntário no conflito antes de ser morto na última quinta-feira (28)

    Destruição na capital ucraniana após ataque russo.

    Destruição na capital ucraniana após ataque russo. (Reprodução/TV Globo)

    Ao menos 12 brasileiros morreram em combate na Guerra da Ucrânia desde desde que o país do Leste Europeu foi invadido pela Rússia, em fevereiro de 2022, afirmou o Itamaraty à Folha neste domingo (1º). O número não contabiliza o caso de Tiago Nunes, que atuava como voluntário no conflito antes de ser morto na última quinta-feira (28).

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    Embora tenha sido anunciada pela Prefeitura de Rurópolis (PA), sua cidade natal, a morte do jovem de 19 anos não foi oficialmente confirmada, e por isso não foi incluída no balanço. A pasta, no entanto, diz ter ciência do desaparecimento do brasileiro e afirma estar em contato com a família.

    No ano passado, a pasta confirmou o óbito de Antônio Hashitani, 25, que estudava na PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) e decidiu deixar o curso no ano passado para atuar na guerra. Ele morreu como voluntário em um grupo paramilitar que atuava na região de Bakhmut, palco de uma das mais sangrentas batalhas do conflito.

    Antes, em 2022, o ministério já havia divulgado a morte de pelo menos outros dois brasileiros: do gaúcho André Hack Bahi, 43, que atuava como socorrista pela Legião Internacional de Defesa da Ucrânia, e de Douglas Búrigo, 40, que fora do Exército Brasileiro e morreu em Kharkiv, no leste do país invadido.

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    Ao menos 28 projetos do Paço param na licitação

    Serviços e obras prometidos pela atual gestão municipal de Goiânia não andam porque certames não foram concluídos ou sequer publicados

    Rua Cora Coralina, no Loteamento Privê Elza Fronza: pavimentação segue à espera da publicação da licitação

    Rua Cora Coralina, no Loteamento Privê Elza Fronza: pavimentação segue à espera da publicação da licitação (Diomício Gomes / O Popular)

    Pelo menos 28 projetos prometidos pela atual gestão municipal (2021-2024) permanecem no papel em razão do não andamento dos processos licitatórios. Em alguns casos, a licitação até já foi concluída, mas não houve início das obras, seja por desistência das empresas vencedoras ou escolha da administração. Há projetos que estão há mais de dois anos esperando a licitação e nada do certame ser finalizado. É o caso, por exemplo, da fiscalização eletrônica, cujo contrato foi aditivado em mais um ano por duas vezes até não ser mais possível em junho último e perder o serviço na cidade. Outro exemplo é o trecho I do BRT Norte-Sul, em que o contrato anterior foi abandonado com cerca de 6% de conclusão da obra em dezembro de 2021 e, desde então, não foi publicado novo certame.

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    Quanto ao trecho I do BRT Norte-Sul, que liga o Terminal Isidória, em Goiânia, ao Cruzeiro do Sul, em Aparecida de Goiânia, que começou a ser feito em 2020 e abandonado em dezembro de 2021, a Prefeitura teve de negociar com a Caixa Econômica Federal, que é o agente financiador da obra pelo Governo Federal, um novo edital. Havia um embate entre o tipo de obra do corredor exclusivo, se seria urbana, como defendia o Paço, ou rodoviária, como entendia os técnicos da instituição financeira. Essa discussão durou praticamente um ano, quando finalmente houve um acordo em abril deste ano para que o edital pudesse ser publicado, dentro das cláusulas acordadas.

    Assim mesmo, desde então, o processo tramita internamente no Paço Municipal, sem a publicação do certame. Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra), a previsão é que o processo licitatório seja publicado ainda neste mês de outubro. Outros dois projetos de responsabilidade da Seinfra, assim como o BRT Norte-Sul, também estão emperrados em processos de licitação que chegaram a ser publicados, mas não resultaram em obras ou serviços. Um deles, que é a terceirização da gestão e operação do Aterro Sanitário, chegou a ser publicado no começo de 2023, vinculado ao serviço da limpeza urbana.

    No entanto, houve exigência do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) para que fossem processos separados e, então, o anterior foi remodelado. Neste mês, a Seinfra rompeu a parte do contrato com a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) para este serviço e assumiu o trabalho até finalizar a contratação emergencial de uma empresa especializada, que vai operar até a nova licitação. Segundo a secretaria, o "edital e demais documentos licitatórios estão em fase final de instrução para publicação" do certame.

    Já com relação ao Corredor T-7, que está entre a Praça Cívica e o Terminal Bandeiras, a obra deveria ser entregue ainda em 2016, mas segue sem ser finalizada pela Prefeitura. O projeto ficou parado entre 2018 e 2020, quando o contrato anterior foi desfeito com a expectativa de finalização por outra empresa. A gestão atual quer terminar o corredor com novo contrato e uma licitação foi publicada em maio, mas ainda não recebeu proposta viável, mesmo tendo três empresas interessadas. Um novo processo foi publicado com abertura das propostas para este mês de outubro e apenas uma empresa, do Pará, ofertou interesse no chamamento. Foi feita uma nova tentativa nesta semana, já que a empresa interessada não conseguiu se qualificar no processo seletivo.

    Mobilidade

    Os projetos ligados à Secretaria Municipal de Mobilidade (SMM) prometidos desde o início da gestão também seguem sem ser levados adiante em razão do insucesso dos processos licitatórios. O principal deles é o serviço de fiscalização eletrônica, que desde meados de junho está sem ser realizado na capital com o fim do contrato com a Eliseu Kopp. O edital da licitação já foi publicado pelo menos duas vezes e suspenso por ações no TCM-GO. A tentativa atual tem a data de abertura das propostas para o dia 22 próximo. Um pedido de impugnação já foi publicado, por parte da própria Eliseu Kopp, que informa, dentre outros pontos, que o edital atual volta a exigir equipamentos não intrusivos, limitando a participação da maior parte das empresas, o que já foi exigida a retirada pelo TCM-GO anteriormente.

    Segundo a SMM, quanto à licitação da fiscalização eletrônica, os pedidos de impugnação já foram respondidos "e segue dentro dos trâmites normais previstos para o dia 22 de outubro". Outro edital já publicado e que se encontra suspenso é da manutenção e fornecimento de semáforos para a capital, com a intenção de obter tecnologia para a instalação dos chamados "semáforos inteligentes", capazes de conceder maior tempo de verde para as vias com maior tráfego no momento. "A Mobilidade aguarda a Secretaria de Administração (Semad) marcar a nova prova de conceito das segundas colocadas no pregão para finalizar o processo licitatório, visto que a fase de disputa de preço foi finalizada, e agora resta a fase de testes entre as empresas e o sistema semafórico de Goiânia", informa a SMM.

    Já o projeto para a renovação tecnológica do sistema rotativo de estacionamento público pago, a chamada Área Azul, que contemplaria ainda a expansão das vagas na capital para outros setores, além de Campinas e Central, não foi realizado. "O TCM-GO recomendou o cancelamento da concessão, por isso, a Prefeitura de Goiânia por meio da Secretaria de Tecnologia (Sictec) e SMM desenvolveram um aplicativo que tornou o serviço 100% digital." Porém, a iniciativa, embora melhore a situação anterior, ainda não contempla o projeto prometido, como da expansão das vagas.

    A SMM ainda aguarda para este ano a publicação do edital do processo licitatório da construção de 48 quilômetros de ciclovias em diversos bairros de Goiânia, como a ligação da Praça Universitária ao Itatiaia. Segundo a pasta, a licitação está em andamento, sendo que atualmente o projeto está sob avaliação da Secretaria Municipal de Finanças (Sefin). A pasta informa ainda que "foi realizada a licitação para compra de materiais de sinalização para Mobilidade que está em fase de habilitação dos vencedores".

    Maior parte é do Programa Goiânia Adiante

    A maior parte dos projetos com licitações emperradas no Paço Municipal são propostas que fazem parte do Programa Goiânia Adiante, divulgado em outubro de 2022 como o de maior investimento da história da infraestrutura da cidade. Eram previstos investimentos na ordem de R$ 1 bilhão. Na época, havia um planejamento de que as licitações necessárias para a implantação dos projetos fossem feitas até o final 2023 para que as obras fossem iniciadas ainda nesta gestão. No entanto, diversos projetos de pontes, drenagem e pavimentação seguem à espera da publicação do edital de licitação.

    A Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra) explica que, quanto às obras de ampliação da drenagem em oito pontos da cidade, algumas dessas "passaram por revisão de projetos, outras foram licitadas com desistência da empresa e serão novamente licitadas". A secretaria complementa ainda que é possível que algumas destas obras de drenagem comecem ainda este ano, mas devido ao início do período chuvoso, as mais complexas não serão iniciadas nesta gestão.

    Quanto aos projetos de pavimentação, que estão planejadas para serem realizadas em mais nove bairros, a Seinfra aponta que todos os processos licitatórios estão concluídos, no entanto, "estão sendo atualizadas as licenças ambientais referentes a cada um dos projetos" e "após esta atualização será feita uma avaliação de quais obras podem ser feitas ainda neste ano". A situação é semelhante aos projetos das pontes de ligação entre bairros, também dentro do Goiânia Adiante, que são apontadas como licitadas, mas que "estão sendo avaliadas quanto às obras complementares: acessos, desapropriações, entre outros trâmites, para início das obras".

    Ainda parte do Goiânia Adiante, havia a previsão de construir dois viadutos na BR-060, que faltavam apenas o processo licitatório, como foi divulgado anteriormente pelo Paço Municipal. Porém, de acordo com a Seinfra, "por se tratar de obra de grande impacto no trânsito, em local muito demandado, foram realizadas adequações físicas e de rotas que resultou em melhorias no fluxo local". Foram realizadas intervenções com a retirada das rotatórias que haviam no local e a implantação de cruzamentos semaforizados. Para a administração municipal, essas modificações possibilitam "uma sobrevida que permite que a obra seja realizada posteriormente".

    Há dúvidas sobre a continuidade também do projeto da canalização do Córrego Capim Puba, com a construção de vias marginais ao curso d´ água. A Seinfra informa que a licença ambiental para a realização da obra foi indeferida. "Tratativas com a Amma (Agência Municipal de Meio Ambiente) estão sendo realizadas para verificar se a canalização é realmente inviável do ponto de vista ambiental", relata a pasta.

    Com isso, é possível que o projeto seja arquivado mesmo após divulgado oficialmente pelo Paço e com a espera da licitação para a sua construção. Já o projeto que faria a terceirização do serviço de limpeza de praças e monumentos da capital, prometido no Goiânia Adiante, segue ainda na fase de instrução para licitação, sem previsão que o certame seja publicado neste ano.

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