Junto de um soco no rosto que rompeu o supercílio, Nathalia Alves escutou, dos próprios agressores, que estava apanhando por ter voz grossa e “parecer sapatão”. Assim como ela, pelo menos 368 pessoas em Goiás sofreram lesões corporais em razão de preconceito com sexualidade ou identidade de gênero durante 2021. O registro, que representou uma alta de 161% em relação ao a...

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