“Eu vou pra Maracangalha, eu vou/ Eu vou de chapéu de palha, eu vou/ Se Amália não quiser ir, eu vou só/ eu vou só, eu vou só...” Esses versos da música de Dorival Caymmi ainda ressoam na mente do menino que habita o corpo do idoso de agora. Retornam na voz de minha avó Cecília, que os cantava para o neto, que os repetia com ingênua alegria.

Na…

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