No fim da década de 1990, Fernanda Porto participava de reuniões de um pequeno grupo de compositores e produtores interessados em música eletrônica e, mais especialmente, na novidade do drum’n’bass. Todos ali ficavam mostrando as experiências sonoras que estavam criando. Ou melhor, quase todos. “Eu tinha medo, porque as minhas coisas não eram nem canção nem música...

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