Sentado no meio fio da esquina entre as Ruas Divinópolis e Paraisópolis, em Belo Horizonte, um jovem, menor de idade, dedilhava um violão. Salomão Borges Filho gostava de ficar por ali, vendo o movimento e criando. De repente, um rapaz negro, não muito mais velho, chegou e perguntou: “O que você está fazendo aí, Lô?”, chamando o rapaz pelo apelido com que era ...

Você se interessou por esta matéria?

Assinar O Popular

Você terá acesso ilimitado
a todo o conteúdo
VER PLANOS

Navegue pelo assunto:

Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários