Em conversa com jornalistas dinamarqueses, o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, voltou a pedir armas pesadas do Ocidente para combater a invasão russa. "Nós temos armas", afirmou, comentando a afirmação da área de inteligência ucraniana de que falta munição para ganhar a guerra, mas completando que o problema é a insuficiência de peças de artilharia.

Kiev havia dito, na segunda-feira (13), que seriam necessários ao menos mil obuseiros (os EUA forneceram 109) e 300 lançadores múltiplos de foguetes (EUA e Reino Unido prometeram sete).

Corredor humanitário

O Ministério da Defesa da Rússia anunciou que irá abrir um corredor humanitário na cidade de Severodonetsk, centro de violentos combates há semanas, e que ofertará às forças ucranianas a opção da rendição nesta quarta-feira (15).

Na segunda (13), Moscou explodiu as pontes que permitiam a saída de civis da cidade, último bastião de Kiev na região de Lugansk, uma das duas províncias do Donbass. Os russos praticamente cercaram a resistência dos ucranianos, que se negam a se render. Há estimados 10 mil civis ainda presos na cidade, segundo o governo ucraniano.

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