A variante ômicron é “altamente transmissível” e requer “ação urgente”, alertaram nesta segunda-feira (29) os ministros da saúde do G7, grupo dos países mais industrializados do mundo. Os países do G7 também “reconheceram a importância estratégica de garantir o acesso às vacinas”, “preparar” os países para receber as doses, fornecer “assistência operacional, cumprir nossos compromissos de doação, abordar a desinformação sobre vacinas e apoiar a pesquisa e o desenvolvimento”.

As informações sinalizam um primeiro e tardio movimento no sentido de se estabelecer uma coordenação global.

O que se viu até aqui foi a desigualdade estabelecendo contradições: enquanto países pensam em vacinar bebês, outros sequer começaram o processo.

Como mostra a nova variante, não há saída isolada para a crise.

Por aqui, conforme reportagem nessa edição, cidades turísticas de Goiás admitem a possibilidade de rever as festas de Natal e Réveillon diante desse novo espectro. É preciso ter maturidade para decidir à luz do que a ciência, incansavelmente, tem buscado compreender. Também vale considerar que qualquer excesso agora pode potencializar as limitações no futuro. O momento é de cautela.