Há pouco mais de um ano, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, divulgou uma pesquisa reveladora da satisfação dos brasileiros com os serviços públicos digitais. O levantamento, abarcando os 26 estados e o Distrito Federal, apontou que 85% da população brasileira está adaptada ao mundo digital. Dos entrevistados, cerca de 70% têm conhecimento dos serviços oferecidos pela União, estados e municípios ao alcance, por exemplo, do celular. No entanto, metade deles declarou insatisfação com o leque de opções.

Mas houve muitos avanços, inclusive acelerados pela pandemia. O Brasil ocupa atualmente a 20ª posição em um ranking da ONU que mede a oferta de serviços digitais. Está na primeira posição da América do Sul.

Nesse contexto, notícia de ontem, colocando Goiás com o segundo em oferta de serviços públicos digitais, mostra o estado alinhado com essa tendência, que é irreversível. Destaca-se ainda o salto desde a sétima posição do ano passado, medida pelo Índice da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Estar onde o povo está, também no ambiente virtual, deve ser uma busca permanente do poder público atento aos novos tempos.