O mundo vive uma nova corrida por recursos estratégicos. Se, no século passado, o petróleo ocupou o centro da geopolítica mundial, agora são os minerais críticos que ganham protagonismo. Eles estão presentes em veículos elétricos, equipamentos médicos, sistemas de defesa e nas tecnologias que moldarão a economia das próximas décadas. Nesse cenário, Goiás conquistou uma posição privilegiada. O Estado abriga, em Minaçu, a única operação comercial de terras raras pesadas em grande escala fora da Ásia, além de importantes projetos em Nova Roma e Iporá. Somado a isso, temos um potencial extraordinário ainda por explorar, são mais de 503 alvarás de pesquisa relacionados à exploração de terras raras, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM), distribuídos pelo território goiano. Esses números demonstram que estamos diante de uma das mais promissoras fronteiras minerais do país.