É passado da hora que os gestores públicos aprendam sobre limpeza urbana, sobre a gestão de resíduos e tomem atitudes urgentes para a solução do problema. Goiânia já ensaiou aprender sobre o assunto, mas a história da coleta seletiva, que poderia ser um exemplo para os demais municípios, está marcada por poucos avanços e muitos retrocessos. Nesse contexto, há de se ressaltar, sobretudo, a persistência das cooperativas de catadores que transformam o trabalho com resíduos em dignidade e preservação do meio ambiente. A construção de política pública sobre o assunto precisa partir de uma concepção que alcance o interesse social, a preservação ambiental e a viabilidade econômica. Nesse sentido faz-se indispensável a articulação entre poder público, as cooperativas de catadores e a população. Como referência histórica destacamos os anos de 2014 e 2015, quando iniciou-se um importante processo de organização e reestruturação da gestão de resíduos, na nossa capital.