O ano de 2025 reservou boas notícias para os goianos no campo da economia. Nosso estado dividiu com o Pará a liderança no ranking de crescimento das unidades federativas. Enquanto a média nacional fechou em 2,5%, Goiás teve um aumento de atividade econômica de 4,4%. Um indicativo para esse desempenho é, sem dúvida, o número de novas empresas. No ano passado, foram abertos mais de 178 mil CNPJs. O índice supera o de 2024 em cerca de 35 mil estabelecimentos. E um aspecto de significado ainda mais relevante: dos mais de R$ 12 bilhões injetados na economia goiana pela abertura dessas novas empresas, sem considerar as MEIs, cerca de R$ 10 bilhões foram gerados por companhias de grande porte, ou seja, aquelas com capital social a partir de R$ 500 mil. O que se pode inferir a partir desses números tão expressivos? As respostas são animadoras. Em primeiro lugar, Goiás aparece no cenário nacional como um case de sucesso no setor produtivo. Isso quer dizer que a riqueza gerada por nosso estado é aquela cujos impactos em termos de geração de emprego, renda e melhoria das condições de vida da população são os melhores.