Nos últimos dois anos e meio, temos aplicado em Goiás um esforço contínuo de reconstrução e modernização da rede de distribuição de energia, historicamente marcada por carências e limitações. Hoje, o cenário é outro: um estado em franco crescimento econômico, cuja demanda energética avançou 14,91% entre 2023 e 2025, índice superior à média nacional de 10,8%, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia. Para atender a esse salto, desde a chegada da Equatorial, investimos aproximadamente R$ 5,3 bilhões até junho deste ano, o equivalente a R$ 5,8 milhões por dia em obras estruturais. Recursos que se traduzem não apenas na expansão do sistema, mas também em ações permanentes de manutenção preventiva, reforço e modernização da rede. São novas linhas e subestações de alta tensão em cidades estratégicas como Anápolis, Jataí, Aparecida, Goiânia, Porangatu e São Miguel do Araguaia; extensões de redes de média tensão para agroindústrias; recapacitação de equipamentos e atualização tecnológica em linhas e subestações de alta e média tensão. Esse conjunto de obras tem permitido desafogar regiões antes limitadas para novas ligações, ampliar a confiabilidade do fornecimento e reduzir o tempo de resposta em situações críticas.