O ano de 2024 tem se revelando um ano assustador no que diz respeito às inúmeras violações dos direitos da pessoa humana. O mundo vem presenciando verdadeiros genocídios contra povos de diferentes culturas. A lógica do poder prevalece sobre a vida de crianças, mulheres, homens, vitimando-os criando uma multidão de órfãos sem nenhuma esperança de vida. Não é possível entender, quando se tem a vida humana como bem maior e inegociável, a lógica que prevalece na condução dos conflitos pelos líderes das grandes potências financiando a matança. Perplexidade e indignação é o sentimento diante dos corpos sem vida, envoltos em tecidos brancos! No Brasil, país de desigualdades sociais gigantes, lutar para defender aqueles que estão vivendo no limite da pobreza e da perdas de direitos ou dos direitos ameaçados, tem sido cada vez mais arriscado. Ativistas pelos Direitos Humanos enfrentam toda uma estrutura baseada nos interesses das elites econômicas, que vai das coberturas jornalísticas tendenciosas, a grupos de extrema-direita organizados em redes sociais, que atuam na defesa de pautas conservadoras e que estão do lado oposto dos direitos sociais.