A geração Z, nascidos entre 1995 e 2010, deve superar os Baby Boomers na força de trabalho e em número de trabalhadores nos próximos anos, segundo a Universidade de Stanford, nos EUA. Nativos digitais, os Gen Z têm como características a ligação com a tecnologia, a responsabilidade e engajamento socioambiental, além da luta por diversidade e inclusão. São movidos por propósito, particularidade que impacta a indústria do consumo e o mercado de trabalho. Tecnologia, saúde, empreendedorismo e educação estão no topo das suas áreas de interesse. Eles têm um sentimento de encantamento com o trabalho, além de prioridades como flexibilidade e equilíbrio da vida profissional e pessoal, saúde mental e, novamente, propósito no trabalho. Em contrapartida, como capital humano das empresas, eles têm gerado problemas aos gestores e recrutadores: falta de experiência e engajamento, compromisso e responsabilidade, disciplina e dificuldade em receber críticas, entre outros. Quando entramos no setor da construção civil, o cenário é ainda mais desafiador. Quantos marceneiros jovens você conhece? Eletricistas, encanadores? Mas faltam ainda mestre de obras, engenheiros e tantos outros novos profissionais que o mercado tem aberto espaço.